Colaboradores do McDonald’s em ambiente inclusivo durante ações de diversidade e respeito à identidade

No Dia Nacional da Visibilidade Trans, celebrado em 29 de janeiro, a Arcos Dorados, responsável pela operação do McDonald’s em 21 países da América Latina e Caribe, reforça seu compromisso com inclusão, respeito à identidade e acesso ao trabalho digno. Em janeiro de 2026, a companhia amplia iniciativas no Brasil para enfrentar um dos principais desafios da população trans: a empregabilidade com reconhecimento e oportunidades reais de crescimento.

Desde já, o posicionamento se conecta a dados que exigem ação. Assim, a empresa atua para mudar um cenário histórico de exclusão, com políticas contínuas e mensuráveis.

Respeito à identidade e oportunidades reais de carreira

Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada aponta que, em 2023, apenas uma em cada quatro pessoas trans monitoradas tinha emprego formal no Brasil. Diante disso, a Arcos Dorados investe no ciclo completo de inclusão: gera oportunidades, promove acolhimento e garante benefícios alinhados às necessidades do público.

Além disso, a companhia assegura o uso do nome social em todos os sistemas e rotinas internas, independentemente da retificação prévia dos documentos civis. Ao mesmo tempo, adota uniformes não binários e programas de saúde com apoio psicológico, fortalecendo um ambiente seguro e respeitoso. Portanto, o reconhecimento acontece desde o primeiro dia.

Agora, a empresa amplia o alcance ao participar do mutirão de retificação de nome civil “Meu nome de verdade”, promovido pelo Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. Com isso, apoia a organização de documentos e desburocratiza o acesso a um direito fundamental, alinhando identidade civil e realidade vivida.

Liderança, representatividade e histórias que transformam

Para a Arcos Dorados, visibilidade precisa caminhar com crescimento profissional. Por isso, a estrutura interna viabiliza que pessoas trans alcancem cargos de supervisão e liderança. Atualmente, 1,5% das posições de liderança são ocupadas por profissionais trans.

“Nossa missão é ser porta de entrada para o mercado e, sobretudo, um ambiente de reconhecimento”, afirma Fábio Sant’Anna, Diretor de Gente, Diversidade e Inclusão da divisão Brasil. Segundo ele, talento e dedicação guiam o desenvolvimento. Assim, apoiar o mutirão reafirma que respeito à identidade sustenta trajetórias de sucesso.

A cultura se reflete em histórias concretas. Por exemplo, Bruno Henrique Gonçalves Roja, 19 anos, atua como Treinador. Desde que passou a usar o nome social e o uniforme masculino, ganhou confiança e ampliou sua comunicação. “Aqui eu sou respeitado como sou. Posso crescer e construir meu futuro”, relata. Por fim, a empresa soma mais de 900 colaboradores trans, com quase um terço utilizando nome social em todas as comunicações.

Com estratégia consistente, a Arcos Dorados avança ano após ano. Assim, reafirma o compromisso de construir ambientes diversos, inclusivos e capazes de refletir a pluralidade da sociedade brasileira.

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