A Feira Baobá, realizada na Praça Brasilina de Aguiar, no bairro Caiçara, promove nesta sexta-feira, das 18h às 22h, uma edição especial em clima de Carnaval. Inspirada por um pé de baobá plantado há duas décadas por um antigo morador, a feira reúne cultura, gastronomia, música e identidade comunitária.
Uma árvore que virou símbolo e encontro
Antes de tudo, a Feira Baobá nasce de uma história simples e profundamente afetiva. O nome vem de um baobá de origem africana, plantado há cerca de 20 anos por seu Manuel, morador antigo do bairro Caiçara. Durante anos, ele cuidou da árvore, transformando o espaço em ponto de convivência.
Depois de seu falecimento, no ano passado, a árvore permaneceu como símbolo de permanência, memória e pertencimento. Assim, ao redor dela, surgiu a feira. Portanto, mais do que um evento, a Baobá se consolida como um gesto coletivo de continuidade e homenagem.
A iniciativa ganhou força após uma festa junina organizada pela Associação de Moradores. A partir disso, nasceu o desejo de criar algo fixo, capaz de movimentar o bairro de forma regular. Atualmente, a feira já conta com mais de 100 expositores cadastrados, entre artesanato, gastronomia, brechós e economia criativa.
Carnaval, samba e fantasia tomam conta da praça
Nesta edição, o clima será de pura folia. A programação especial de Carnaval inclui apresentação do Samba do Padrinho, além da participação de escolas de samba, que vão mostrar seu trabalho e convidar o público para o Carnaval de Campo Grande.
Além disso, o público poderá participar de aulas de ritmos, com o Studio Bonde, trazendo o axé como energia principal da noite. Para completar, a feira promove um concurso de melhor fantasia, incentivando criatividade, diversão e interação entre os visitantes.
Enquanto isso, a praça se transforma em espaço de convivência democrática, onde famílias, jovens e moradores do entorno se encontram. Dessa forma, a Feira Baobá reforça seu papel como novo polo cultural da região oeste da Capital.
A proposta é clara: toda segunda sexta-feira do mês, a partir das 18h, a Praça Brasilina de Aguiar se torna palco de lazer, arte e identidade local.

