O último sábado, 2/08, marcou a passagem da Tardezinha 2025 pelo Parque Laucídio Coelho, em Campo Grande. A turnê celebra os 10 anos do projeto idealizado por Thiaguinho e Rafael Zulu, com shows planejados para 26 cidades brasileiras e apresentações também em Angola, Austrália, Estados Unidos e Portugal
A convite da Itaipava, estive lá junto com minhas irmãs. Foi um fim de tarde especial que foi noite adentro. O ambiente estava repleto de pagodeiros e até aqueles que não se diziam. A estrutura era topíssima, montada para um grande festival.
Thiaguinho abriu o evento entoando com o público, o hino de Mato Grosso do Sul. O momento foi tão marcante quanto simbólico, pois o cantor passou a infância e adolescência em Ponta Porã (MS) e sempre fala com carinho das suas raízes sul-mato-grossenses. No Instagram, ele resumiu o vínculo com emoção:
“Com minha VOZ e minha ALMA, abracei minhas raízes sul‑mato‑grossenses… MS, teu filho te canta… e te ama!”
Em seguida, o repertório passou por quase cinco horas e meia de pagode intenso, sem interrupção. Thiaguinho conduziu o canto e a dança com muita energia. O clima lembrou uma grande roda de pagode, repleta de clássicos que completam a história da Tardezinha.
Participaram do palco os convidados Bruno, ex-vocalista do Jeito Moleque, e o Grupo Pixote. Eles deram sequência a um momento de pura festa, com muita entrega aos fãs.

Além do entretenimento, o projeto tem metas sociais. A Tardezinha anuncia a criação de uma Escola de Música no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro, idealizada em parceria com a CUFA e com foco na formação de jovens talentos.
Com a noite encerrada, percebi como a Tardezinha continua inteira em alma. A festa revelou por que o evento segue conquistando gerações. Foi uma experiência musical, afetiva e urbana que reuniu legado, gratidão e identidade no coração de Campo Grande.
Valeu Itaipava!

