
Celebrado nesta quinta-feira, 1º de outubro, o Dia Internacional da Pessoa Idosa também chama atenção para um desafio que acompanha o aumento da longevidade: como manter o cérebro ativo durante o envelhecimento?
Não existe uma única medida. Os cuidados envolvem estímulos mentais, movimento, alimentação equilibrada, convívio social e acompanhamento da saúde.
Corpo e mente precisam de estímulo
Ler, aprender algo novo, participar de grupos, oficinas e atividades culturais são maneiras de estimular memória, atenção e raciocínio.
Ao mesmo tempo, movimentar o corpo também importa. Caminhada, dança, ginástica e musculação ajudam na manutenção da capacidade funcional e podem contribuir para o bem-estar e a saúde mental.
Outro cuidado está no controle de condições como hipertensão e diabetes. A saúde cardiovascular está diretamente relacionada à saúde cerebral e merece acompanhamento ao longo da vida.
A alimentação também entra nessa rotina. Frutas, verduras, legumes e grãos integrais, além da hidratação adequada, fazem parte de uma alimentação equilibrada.
Conversar também faz bem
Manter vínculos familiares, encontrar amigos e participar de atividades em grupo ajuda a combater o isolamento e favorece o bem-estar emocional.
Além disso, mudanças persistentes de memória, comportamento ou capacidade para realizar tarefas do cotidiano merecem avaliação profissional. Nem todo esquecimento significa demência, mas alterações que começam a interferir na rotina não devem ser ignoradas.
Outro ponto de atenção é o uso de medicamentos. Pessoas idosas que utilizam vários remédios devem manter acompanhamento profissional e evitar automedicação.
No fim, manter o cérebro saudável não depende de uma fórmula milagrosa. É a soma de pequenos hábitos mantidos ao longo da vida.


