Odilon Wagner e Marcello Airoldi em cena durante o espetáculo "A Última Sessão de Freud", que será apresentado no Teatro Glauce Rocha, em Campo Grande.
Odilon Wagner e Marcello Airoldi protagonizam “A Última Sessão de Freud”, espetáculo que chega a Campo Grande com três apresentações e debate após a estreia – Foto João Caldas

Mais de oito décadas após a morte de Sigmund Freud, as ideias do pai da psicanálise continuam despertando debates sobre comportamento humano, espiritualidade, razão, sofrimento e os dilemas que acompanham a existência. É justamente essa permanência que faz de “A Última Sessão de Freud” um espetáculo atual, capaz de provocar reflexões que vão além do palco.

Depois de temporadas de sucesso pelo Brasil, a montagem chega a Campo Grande para uma curta temporada entre os dias 7 e 9 de agosto, no Teatro Glauce Rocha. Inspirada no texto do dramaturgo norte-americano Mark St. Germain, a peça imagina um encontro fictício entre Sigmund Freud e o escritor C.S. Lewis, colocando frente a frente duas formas distintas de compreender questões universais como fé, ciência, medo da morte, liberdade e sentido da vida.

Estreia terá debate com especialistas

Na Capital, a experiência vai além da encenação. Após a sessão de estreia, marcada para sexta-feira (7), o palco será ocupado novamente para uma conversa aberta ao público.

Atores em cena

Os atores Odilon Wagner e Marcello Airoldi participarão do debate ao lado do psicólogo clínico Diego Aydos e do psicanalista Tiago Ravanello. Assim, diferentes olhares irão ampliar as reflexões propostas pelo espetáculo.

A iniciativa acompanha a turnê nacional e acontece exclusivamente na primeira apresentação de cada cidade. Dessa forma, o teatro também se transforma em um espaço de diálogo entre arte, psicologia, filosofia e psicanálise.

Perguntas que continuam atuais

Mais do que explicar a obra, o encontro busca ampliar as perguntas levantadas durante a apresentação. Afinal, os conflitos vividos por Freud e C.S. Lewis continuam presentes na sociedade contemporânea e atravessam diferentes gerações.

Por isso, o espetáculo convida o público a refletir sobre escolhas, crenças, relações humanas e os desafios de compreender a própria existência. Em vez de oferecer respostas definitivas, a montagem aposta na força do diálogo e mostra que algumas perguntas permanecem atuais, independentemente do tempo.

A temporada terá apresentações na sexta-feira (7), às 20h, sábado (8), também às 20h, e domingo (9), às 17h. O debate acontece apenas após a sessão de estreia e não terá custo adicional para quem estiver presente.

Serviço

A Última Sessão de Freud
07 e 08 de agosto, às 20h – debate após o espetáculo apenas na sexta-feira;
9 de agosto (domingo) – 17h
Teatro Glauce Rocha – UFMS
Ingressos disponíveis pela Sympla

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